“queria tanto que alguém que me amasse por alguma coisa que escrevi”

conheci caio fernando abreu em algum lugar aleatório das estantes das bibliotecas que frequentei no ensino fundamental. eu com certeza não estava procurando por alguém que havia escrito crônicas e contos e romances no século passado e, menos ainda, buscando autores que haviam morrido no ano que nasci. lembro de ainda estar usando uniforme azul … Continue lendo “queria tanto que alguém que me amasse por alguma coisa que escrevi”

não me siga, eu também estou perdidzzzZzz & um ode aos clichês

"não me siga, eu também estou perdida.", cê já deve ter ouvido isso, eu aposto. ou lido, em alguma placa, num bar, num restaurante modernoso ou estampado numa caneca numa foto de fundo desfocado d’um instagram de feed organizado. quem tem tempo pra organizar feed? eu mal organizo minha mesa. aliás, fiz isso hoje: ano … Continue lendo não me siga, eu também estou perdidzzzZzz & um ode aos clichês

um texto de quem viveu 2017

sentei pra escrever esse texto umas quinze vezes. nunca pareço encontrar as palavras certas: logo eu, que falo tanto, escrevo o tempo todo e sempre tenho um pitaco pra dar. acontece que esse ano foi muito doido. eu comecei de cabelo comprido a viver 2017 e fui cortando. lugares, ocupações, hobbies, julgamentos, pessoas, palavras, medos, … Continue lendo um texto de quem viveu 2017